quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
segunda-feira, 7 de abril de 2008
E por que não com poesia?

Irmãos de espírito
Não precisa falar para se compreender...
Telepatia existe.
A luz da minha vida...
O que não há segredos, o que entende o indecifrável...
Um elo formado em outras vidas.
Radiante energia provém de tua íris.
Compreende tua luz?
O oposto do meu doce, do meu falar, do meu olhar...
Completa e controla as peças do meu ser.
Que eterna seja tua presença!
O contraste do meu desfoque.
Tua ausência causa desconforto e a sensação de estar incompleto.
Meu irmão espiritual...
Tua força me fortalece.
Nunca pense em ser outro.
Sempre se incomoda alguém,
Mas sempre também se agrada a outros...
Com sua perfeição imperfeita...
Sempre terá aquele em que possa depositar seu status.
Não se perca em próximas encarnações
Irmão, amigo, metade... Que nosso elo seja inquebrável.
E que o inexorável fim de nossa passagem,
Nos guie para o mesmo alto e perfeito paraíso...
Compreende tua luz?
O oposto do meu doce, do meu falar, do meu olhar...
Completa e controla as peças do meu ser.
Que eterna seja tua presença!
O contraste do meu desfoque.
Tua ausência causa desconforto e a sensação de estar incompleto.
Meu irmão espiritual...
Tua força me fortalece.
Nunca pense em ser outro.
Sempre se incomoda alguém,
Mas sempre também se agrada a outros...
Com sua perfeição imperfeita...
Sempre terá aquele em que possa depositar seu status.
Não se perca em próximas encarnações
Irmão, amigo, metade... Que nosso elo seja inquebrável.
E que o inexorável fim de nossa passagem,
Nos guie para o mesmo alto e perfeito paraíso...
Pois é... não tenho tido tempo para escrever e como tenho várias poesias guardadas, resolvi pelo menos por enquanto, postar algumas aqui...
não com menos sentido, não com menos emoção... apenas talvez um pouco mais de complexidade...
não com menos sentido, não com menos emoção... apenas talvez um pouco mais de complexidade...
AOS AMIGOS DE VERDADE.
"De qualquer forma que seja, o importante é dizer, mesmo que sem falar..."
Atomínio
quarta-feira, 19 de março de 2008
“Simplesmente” vergonha

Simples nem tanto não é?
Mas por que não?
O sentir vergonha é algo que realmente incomoda, e se incomoda...
Somo às vezes movidos, ou melhor, não nos movemos, por conta de uma sensação tão mesquinha e fútil, que sequer sabemos lidar com ela.
Mas por que sentimos isso?
Por apenas, nos importarmos com o que os outros vão pensar de nós...
Mas, que mal pode nos fazer alguém por conta disto? Quais as conseqüências? Realmente, não consigo ver nada que nos impeça de fazer algo.
Não sou o tipo de pessoa que jamais sente vergonha (claro, sou humano), mas se vou tentar um emprego, relaxo; se vou pedir qualquer coisa, peço.
Pois é simples, a lógica é fácil. O não, nós já temos, o pior que pode acontecer é permanecer com ele.
Sim e não, são apenas duas opções, mas não acredito que seja uma divisão de 50% a 50% no bônus ou ônus...
Não tentando, permanecendo sem qualquer atitude, não temos nada, ZERO. Arriscando e não ganhando, temos metade, pois daí ganhamos a certeza de que realmente não teremos aquilo, é uma dúvida, uma aflição a menos, o que já é um bônus.
Já arriscando e ganhando, o resultado é o total de 100% de algo. Difícil de entender?
Daí continuam pensando, “ah, mas, vão me achar ridículo se eu fizer isso” ou então “eu to louco para fazer isso, mas o que vão pensar de mim?”. Claro que precisamos dos outros para viver, sim, somos seres sociáveis, mas não podemos nos prender ao que o fulano ou fulana vão pensar... senão, no fim, quando estivermos velhos(as) e pelancudos(as), vamos choramingar e dizer “ah se eu soubesse... se eu pudesse voltar no tempo”, não adianta, o tempo não volta.
Mas se mesmo assim você continuar pensando em sentir vergonha (claro que sei que não é algo que se pensa em ter e que se quer), vamos analisar as possíveis conseqüências em determinadas situações:
Situação 1
Ação: Se você está com vontade de sair com uma roupa, mas que não é muito usada no seu meio, ou na atualidade.
Conseqüência: Se você usar, o máximo que vão fazer é, rir, mas e daí? Se você tem vontade, se você vai se sentir bem com a roupa, um riso vai te impedir? Por que?
Situação 2
Você ta afim de alguém (mesmo você sendo alguém que fica com muitas pessoas, sempre rola um pé atrás) e essa pessoa não parece dar muita bola, mas de vez em quando tu percebe umas olhadas e acha que pode rolar alguma coisa.
Conseqüência: A pior das hipóteses é a que já disse acima, é permanecer com o não... “mas e se esse alguém achar patético, se não for o que estava pensando”.
Mas e se por outro lado, a pessoa disser “achei que não conversaríamos nunca”, ou então quem sabe não sai uma amizade disto, já que houve um esclarecimento. Qualquer coisa é melhor do que se arrepender depois por não ter tentado.
Na vida as conseqüências dessas atitudes das quais sentimos vergonha, são muito pequenas. Claro que digo de coisas do dia-a-dia, não é sair beijando as pessoas nas ruas, saindo com a mulher do vizinho, peitando numa mesa de jantar, pois isso, deixa de ser feito não por que sentimos vergonha (também por isso), mas porque são valores essenciais para nossa socialização.
Mas por que não?
O sentir vergonha é algo que realmente incomoda, e se incomoda...
Somo às vezes movidos, ou melhor, não nos movemos, por conta de uma sensação tão mesquinha e fútil, que sequer sabemos lidar com ela.
Mas por que sentimos isso?
Por apenas, nos importarmos com o que os outros vão pensar de nós...
Mas, que mal pode nos fazer alguém por conta disto? Quais as conseqüências? Realmente, não consigo ver nada que nos impeça de fazer algo.
Não sou o tipo de pessoa que jamais sente vergonha (claro, sou humano), mas se vou tentar um emprego, relaxo; se vou pedir qualquer coisa, peço.
Pois é simples, a lógica é fácil. O não, nós já temos, o pior que pode acontecer é permanecer com ele.
Sim e não, são apenas duas opções, mas não acredito que seja uma divisão de 50% a 50% no bônus ou ônus...
Não tentando, permanecendo sem qualquer atitude, não temos nada, ZERO. Arriscando e não ganhando, temos metade, pois daí ganhamos a certeza de que realmente não teremos aquilo, é uma dúvida, uma aflição a menos, o que já é um bônus.
Já arriscando e ganhando, o resultado é o total de 100% de algo. Difícil de entender?
Daí continuam pensando, “ah, mas, vão me achar ridículo se eu fizer isso” ou então “eu to louco para fazer isso, mas o que vão pensar de mim?”. Claro que precisamos dos outros para viver, sim, somos seres sociáveis, mas não podemos nos prender ao que o fulano ou fulana vão pensar... senão, no fim, quando estivermos velhos(as) e pelancudos(as), vamos choramingar e dizer “ah se eu soubesse... se eu pudesse voltar no tempo”, não adianta, o tempo não volta.
Mas se mesmo assim você continuar pensando em sentir vergonha (claro que sei que não é algo que se pensa em ter e que se quer), vamos analisar as possíveis conseqüências em determinadas situações:
Situação 1
Ação: Se você está com vontade de sair com uma roupa, mas que não é muito usada no seu meio, ou na atualidade.
Conseqüência: Se você usar, o máximo que vão fazer é, rir, mas e daí? Se você tem vontade, se você vai se sentir bem com a roupa, um riso vai te impedir? Por que?
Situação 2
Você ta afim de alguém (mesmo você sendo alguém que fica com muitas pessoas, sempre rola um pé atrás) e essa pessoa não parece dar muita bola, mas de vez em quando tu percebe umas olhadas e acha que pode rolar alguma coisa.
Conseqüência: A pior das hipóteses é a que já disse acima, é permanecer com o não... “mas e se esse alguém achar patético, se não for o que estava pensando”.
Mas e se por outro lado, a pessoa disser “achei que não conversaríamos nunca”, ou então quem sabe não sai uma amizade disto, já que houve um esclarecimento. Qualquer coisa é melhor do que se arrepender depois por não ter tentado.
Na vida as conseqüências dessas atitudes das quais sentimos vergonha, são muito pequenas. Claro que digo de coisas do dia-a-dia, não é sair beijando as pessoas nas ruas, saindo com a mulher do vizinho, peitando numa mesa de jantar, pois isso, deixa de ser feito não por que sentimos vergonha (também por isso), mas porque são valores essenciais para nossa socialização.
Lembrem-se, é clichê de merda, mas é verdade pessoa, “Melhor ter a certeza de um não, do que o arrependimento de não ter tentado”. Não seja um covarde, arrisque sempre.Mas não espere muito, muito menos para amanhã, pois ele ainda não nos foi dado.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Sobre "janelas"...

Dizem por aí que os olhos são as janelas da alma...
Então, para que essa teoria sirva a todos (já que alguns não acreditam nessas coisas, corpo, alma, etc.) prefiro dizer que “Os olhos sãos as janelas da mente.”
Pois bem, nossos olhos...
Que poder essas duas pequenas esferas possuem não é? Incrível como conseguimos ganhar ou perder coisas através de um simples, olhar.
O de desprezo consegue destruir uma outra pessoa, com a força que sequer centenas de palavras jamais conseguiria. Um de amor, afeto, carinho, gera conforto, um doce gosto na boca, um sorriso... Sabe, mais vale um olhar que mil palavras.
Alguém sabe mentir? Claro que sim! Alguém sabe mentir com os olhos? Alguns dizem que sim, outros, que não. Mas o pior é que sabem, pois pessoas são pessoas, seres pensantes (o que não significa racionais) que para alcançarem o que querem se adaptam de qualquer forma...
Tudo tem seu lado ruim, o melhor é dizer o que nos da prazer... coisas simples...
Sabe quando estamos no ponto de ônibus e de repente pára um que não é o nosso, e quando olhamos para dentro nos deparamos com “aquele” olhar, mas que por vergonha, é desviado. E quando também desviamos, percebemos então, estamos sendo observados. Mas olho no olho, quase impossível, a não ser quando o ônibus da a partida e vai-se, como se fosse um, adeus...
Pois bem, já me perguntei várias vezes o que poderia acontecer começando desse simples olhar... Vamos sonhar?
Quem sabe aquela amizade do peito, ou sonhando ainda mais, a pessoa da nossa vida, com a qual nos casaríamos e teríamos vários filhos. Engraçado até não é?
De volta ao chão...
Saber olhar, é complicado, pois temos que primeiro, saber como olharmos e depois o que querem também nos dizer com os olhos.
Enquanto acordados, estamos sempre dizendo coisas, mesmo que às vezes, sem querer. Emitindo alegria, tristeza, curiosidades, ódio, dor, aflição, amor, prazeres, sentimentos...
E chorar, para quem sabe que isso não é coisa apenas para os fracos, é como recuperar as energias no caso da tristeza e aumentar a excitação de uma alegria...
Que foda é a vida!
Como cada um pensa de uma forma, claro, talvez coisas aqui pareçam caretas escritas por um senhor de 100 anos.
Mas penso, que no fundo todos concordam com isso, pelo menos um pouco, mas que por estarem afetados pelo “complexo da modernidade”, vão torcer o nariz e dizer, babaca isso é bobagem...
Quem será o bobo na história? Veja “você” mesmo...
Pois é, coisa de “ser”humano...
Então, para que essa teoria sirva a todos (já que alguns não acreditam nessas coisas, corpo, alma, etc.) prefiro dizer que “Os olhos sãos as janelas da mente.”
Pois bem, nossos olhos...
Que poder essas duas pequenas esferas possuem não é? Incrível como conseguimos ganhar ou perder coisas através de um simples, olhar.
O de desprezo consegue destruir uma outra pessoa, com a força que sequer centenas de palavras jamais conseguiria. Um de amor, afeto, carinho, gera conforto, um doce gosto na boca, um sorriso... Sabe, mais vale um olhar que mil palavras.
Alguém sabe mentir? Claro que sim! Alguém sabe mentir com os olhos? Alguns dizem que sim, outros, que não. Mas o pior é que sabem, pois pessoas são pessoas, seres pensantes (o que não significa racionais) que para alcançarem o que querem se adaptam de qualquer forma...
Tudo tem seu lado ruim, o melhor é dizer o que nos da prazer... coisas simples...
Sabe quando estamos no ponto de ônibus e de repente pára um que não é o nosso, e quando olhamos para dentro nos deparamos com “aquele” olhar, mas que por vergonha, é desviado. E quando também desviamos, percebemos então, estamos sendo observados. Mas olho no olho, quase impossível, a não ser quando o ônibus da a partida e vai-se, como se fosse um, adeus...
Pois bem, já me perguntei várias vezes o que poderia acontecer começando desse simples olhar... Vamos sonhar?
Quem sabe aquela amizade do peito, ou sonhando ainda mais, a pessoa da nossa vida, com a qual nos casaríamos e teríamos vários filhos. Engraçado até não é?
De volta ao chão...
Saber olhar, é complicado, pois temos que primeiro, saber como olharmos e depois o que querem também nos dizer com os olhos.
Enquanto acordados, estamos sempre dizendo coisas, mesmo que às vezes, sem querer. Emitindo alegria, tristeza, curiosidades, ódio, dor, aflição, amor, prazeres, sentimentos...
E chorar, para quem sabe que isso não é coisa apenas para os fracos, é como recuperar as energias no caso da tristeza e aumentar a excitação de uma alegria...
Que foda é a vida!
Como cada um pensa de uma forma, claro, talvez coisas aqui pareçam caretas escritas por um senhor de 100 anos.
Mas penso, que no fundo todos concordam com isso, pelo menos um pouco, mas que por estarem afetados pelo “complexo da modernidade”, vão torcer o nariz e dizer, babaca isso é bobagem...
Quem será o bobo na história? Veja “você” mesmo...
Pois é, coisa de “ser”humano...
quinta-feira, 6 de março de 2008
Sobre pessoas e seus destinos...

O ser humano é realmente um ser mais que complexo, é estranho... sente dores tão fortes, mas que na verdade, apenas existem em sua mente. E o pior, na maioria das vezes, dor causada por outro ser, que por sua vez nada sente.
Para um, lágrimas, falta de fome, desânimo, noites sem sono. Já o outro, nem sequer sente nada, pois pensa, ou melhor nem pensa naquilo.
Pessoas sofrem ao verem pessoas sofrer, como isso?
Alegria, por que? Angústia, raiva, inveja, por que?
Coisas de “ser” humano...
E pessoas mudam pessoas? Mudam seu caminho?
Pois é, o destino nem sempre está nas mãos da personagem principal.
Pensemos juntos... Quando se deseja algo, exemplificando, quando se deseja um emprego, muito, bastante, desesperadamente, o conseguimos? Só a nossa vontade, nos confere o mesmo? Não!
Mesmo que seja por um “Q.I.”, um pai, um tio, vizinho, ou um mero desconhecido, precisamos de alguém. Precisamos de aprovação. Então, nós fazemos nosso próprio destino?
Alguns firmemente batem o pé e dizem, “claro! Sou eu quem decido e faço o que quero da minha vida” outros vêem essa pergunta como um questionamento importante e chegam no fim, à conclusão de que na verdade não somos totalmente donos das nossas vidas.
Destino traçado desde quando nascemos... há os que acreditam...
Se tudo está traçado na nossa vida, então somos apenas fantoches? De quem, ou do que?
Se está escrito que virarei à direita, e eu virar à esquerda, mudei meu destino? Ou já estaria escrito, sei lá onde, que eu faria isto?
E a explicação da vida? Se a única coisa certa, é que morreremos, de que vale viver?
Alguns dizem, irei para o paraíso, baseados em religião, mas e se não houver um paraíso?
Complexo e conflitante demais para ser discutido.
E você? Vai mudar alguma coisa depois que ler isso?
Vai pensar talvez, “essa pessoa é louca, escreve e pública, coisas relativas ao destino, à vida, morte, valores, pessoas. Quem pensa que é?”
Sou um questionador, que não aceita realidades e verdades mostradas por outros. Sou o que acha que o nosso viver não depende apenas de nós, para onde vamos, em vida, claro, depende do caminhar de todo o universo e de outras pessoas que também dependem de outras pessoas e que por sua vez, dependem de outras... Efeito Borboleta...
E o porque disto? O porque de escrever?
Tento fazer com que os outros pensem de forma diferente, se eu posso trazer uma tristeza, posso também fazer alegria, se posso tirar, também posso salvar uma vida. Por que é isso o que importa, é cliché, mas devemos viver cada dia como se fosse o nosso último. Dizendo foda-se às normas de etiqueta sempre que quisermos, dizendo eu te amo (se acreditar em amor) para alguém especial, sem medo da taxação de careta, dizendo, qualquer coisa que nos traga um bom gosto à boca...
Abro meu blog de maneira confusa talvez para alguns, mas no decorrer dos dias, prometo discutir melhor minhas ideias com relação a tudo, tudo mesmo. Amor, ódio, pré-conceitos, coisas banais, enfim, o que me der na telha!
Bem Vindos aos meus pensamentos...
Para um, lágrimas, falta de fome, desânimo, noites sem sono. Já o outro, nem sequer sente nada, pois pensa, ou melhor nem pensa naquilo.
Pessoas sofrem ao verem pessoas sofrer, como isso?
Alegria, por que? Angústia, raiva, inveja, por que?
Coisas de “ser” humano...
E pessoas mudam pessoas? Mudam seu caminho?
Pois é, o destino nem sempre está nas mãos da personagem principal.
Pensemos juntos... Quando se deseja algo, exemplificando, quando se deseja um emprego, muito, bastante, desesperadamente, o conseguimos? Só a nossa vontade, nos confere o mesmo? Não!
Mesmo que seja por um “Q.I.”, um pai, um tio, vizinho, ou um mero desconhecido, precisamos de alguém. Precisamos de aprovação. Então, nós fazemos nosso próprio destino?
Alguns firmemente batem o pé e dizem, “claro! Sou eu quem decido e faço o que quero da minha vida” outros vêem essa pergunta como um questionamento importante e chegam no fim, à conclusão de que na verdade não somos totalmente donos das nossas vidas.
Destino traçado desde quando nascemos... há os que acreditam...
Se tudo está traçado na nossa vida, então somos apenas fantoches? De quem, ou do que?
Se está escrito que virarei à direita, e eu virar à esquerda, mudei meu destino? Ou já estaria escrito, sei lá onde, que eu faria isto?
E a explicação da vida? Se a única coisa certa, é que morreremos, de que vale viver?
Alguns dizem, irei para o paraíso, baseados em religião, mas e se não houver um paraíso?
Complexo e conflitante demais para ser discutido.
E você? Vai mudar alguma coisa depois que ler isso?
Vai pensar talvez, “essa pessoa é louca, escreve e pública, coisas relativas ao destino, à vida, morte, valores, pessoas. Quem pensa que é?”
Sou um questionador, que não aceita realidades e verdades mostradas por outros. Sou o que acha que o nosso viver não depende apenas de nós, para onde vamos, em vida, claro, depende do caminhar de todo o universo e de outras pessoas que também dependem de outras pessoas e que por sua vez, dependem de outras... Efeito Borboleta...
E o porque disto? O porque de escrever?
Tento fazer com que os outros pensem de forma diferente, se eu posso trazer uma tristeza, posso também fazer alegria, se posso tirar, também posso salvar uma vida. Por que é isso o que importa, é cliché, mas devemos viver cada dia como se fosse o nosso último. Dizendo foda-se às normas de etiqueta sempre que quisermos, dizendo eu te amo (se acreditar em amor) para alguém especial, sem medo da taxação de careta, dizendo, qualquer coisa que nos traga um bom gosto à boca...
Abro meu blog de maneira confusa talvez para alguns, mas no decorrer dos dias, prometo discutir melhor minhas ideias com relação a tudo, tudo mesmo. Amor, ódio, pré-conceitos, coisas banais, enfim, o que me der na telha!
Bem Vindos aos meus pensamentos...
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